As informações foram repassadas ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), que acompanha o caso. A companhia reforçou que o episódio não representa risco à segurança da operação nem ao meio ambiente e que a retomada das atividades dependerá da conclusão dos reparos, ainda sem data definida.
Antes de reiniciar a perfuração, a Petrobras precisa da autorização da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), que determinou prazo até 6 de fevereiro para a apresentação de um diagnóstico inicial das falhas identificadas.
O vazamento ocorreu no dia 4 de janeiro, quando cerca de 18.440 litros de fluido sintético de perfuração foram liberados no mar a partir da linha de booster, durante testes operacionais realizados pela sonda ODN II (NS-42). A descarga aconteceu a aproximadamente 2.700 metros de profundidade.
Após a identificação do problema, as operações foram imediatamente interrompidas. Um robô subaquático foi acionado para inspecionar a coluna de riser, confirmando o vazamento. Como medida corretiva, a Petrobras substituiu o fluido por água do mar no interior da linha e realizou o isolamento do sistema.
De acordo com a empresa, o fluido utilizado é biodegradável e o vazamento ocorreu em fase de testes, sem perfuração do subsolo marinho. Ainda assim, a ANP classificou o incidente como de risco potencial à saúde humana e ao meio ambiente.
Fonte: Agência eixos





