As investigações tiveram início após o recebimento de comunicações sobre possíveis irregularidades em contratos de crédito. Segundo a PF, servidores sem margem consignável disponível eram abordados por intermediários que ofereciam a liberação de margem mediante o pagamento de um percentual sobre o valor dos novos empréstimos.
O esquema investigado envolveria a exclusão ou desaverbação indevida de contratos ativos nos sistemas de consignação. A prática permitiria criar artificialmente espaço para a contratação de novas operações de crédito.
A operação busca reunir provas e esclarecer as circunstâncias das possíveis fraudes.





