As denúncias apontam que clientes teriam contratado serviços advocatícios, efetuado pagamentos e, posteriormente, enfrentado a suposta falta de prestação dos serviços ou de repasse dos valores recebidos.
Com base nos elementos reunidos, a autoridade policial solicitou a prisão preventiva do investigado. O pedido, porém, foi negado pela 2ª Vara Criminal de Macapá, que optou pela aplicação de medidas cautelares alternativas.
Entre as determinações judiciais estão a suspensão cautelar do exercício da advocacia, a proibição de deixar a Comarca de Macapá sem autorização da Justiça e a obrigação de comparecer mensalmente em juízo.
A decisão considerou documentos, registros bancários e informações processuais apresentados durante a investigação, além de apontar risco de repetição das condutas apuradas.
Segundo o delegado Nixon Kenedy, da 9ª Delegacia de Polícia da Capital, outras ocorrências envolvendo o mesmo advogado continuam em investigação para apurar possíveis responsabilidades criminais.





