O índice, considerado na prática como “reajuste zero” para consumidores residenciais, foi alcançado após uma série de negociações em Brasília envolvendo o Governo do Estado, a bancada federal e a própria agência reguladora.
A proposta inicial previa um aumento médio superior a 24%, o que gerou reação imediata do governo estadual. Clécio Luís esteve pessoalmente na capital federal para contestar os números apresentados e buscar alternativas que reduzissem o impacto tarifário.
“Mais uma grande vitória para o povo do Amapá. Nós contestamos a proposta apresentando dados, informações que provam que nós não tínhamos por que ter esse reajuste aqui no Amapá. Nós não tínhamos condições de arcar com esse reajuste. E agora saiu a decisão definitiva do reajuste zero. Nós apostamos na união. Eu pedi ajuda do Senador Davi, do Senador Randolfe, fomos até o Presidente Lula, fomos até todos os diretores da ANEEL e conseguimos o reajuste zero. O Amapá venceu!”, afirmou Clécio Luís.
A solução passou pela combinação de medidas técnicas, como o diferimento tarifário e a utilização de recursos do Uso de Bem Público (UBP), além da antecipação de créditos ligados ao risco hidrológico, que contribuíram para diluir o reajuste.
Com isso, o índice médio foi fixado em 3,54%, sendo 19,03% para alta tensão e praticamente nulo para baixa tensão, que abrange a maioria das residências.
A articulação também contou com o apoio dos senadores Davi Alcolumbre e Randolfe Rodrigues, além de diálogo com o Governo Federal.
Para o Executivo estadual, o resultado representa um alívio direto no orçamento das famílias e reforça a importância da atuação conjunta para evitar aumentos considerados incompatíveis com a realidade econômica do estado.





