’O Amapá venceu’, comemora governador Clécio Luís após ANEEL aprovar reajuste zero de energia

A decisão da Agência Nacional de Energia Elétrica de homologar o reajuste tarifário da CEA Equatorial com índice de 0,01% para baixa tensão foi celebrada pelo governador Clécio Luís como resultado direto de uma articulação política e técnica para evitar aumento na conta de luz dos amapaenses.
Foto: Maksuel Martins/GEA
Foto: Maksuel Martins/GEA

O índice, considerado na prática como “reajuste zero” para consumidores residenciais, foi alcançado após uma série de negociações em Brasília envolvendo o Governo do Estado, a bancada federal e a própria agência reguladora.

A proposta inicial previa um aumento médio superior a 24%, o que gerou reação imediata do governo estadual. Clécio Luís esteve pessoalmente na capital federal para contestar os números apresentados e buscar alternativas que reduzissem o impacto tarifário.

“Mais uma grande vitória para o povo do Amapá. Nós contestamos a proposta apresentando dados, informações que provam que nós não tínhamos por que ter esse reajuste aqui no Amapá. Nós não tínhamos condições de arcar com esse reajuste. E agora saiu a decisão definitiva do reajuste zero. Nós apostamos na união. Eu pedi ajuda do Senador Davi, do Senador Randolfe, fomos até o Presidente Lula, fomos até todos os diretores da ANEEL e conseguimos o reajuste zero. O Amapá venceu!”, afirmou Clécio Luís.

A solução passou pela combinação de medidas técnicas, como o diferimento tarifário e a utilização de recursos do Uso de Bem Público (UBP), além da antecipação de créditos ligados ao risco hidrológico, que contribuíram para diluir o reajuste.

Com isso, o índice médio foi fixado em 3,54%, sendo 19,03% para alta tensão e praticamente nulo para baixa tensão, que abrange a maioria das residências.

A articulação também contou com o apoio dos senadores Davi Alcolumbre e Randolfe Rodrigues, além de diálogo com o Governo Federal.

Para o Executivo estadual, o resultado representa um alívio direto no orçamento das famílias e reforça a importância da atuação conjunta para evitar aumentos considerados incompatíveis com a realidade econômica do estado.

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