Realizado no sambódromo de Macapá, o evento reuniu cerca de 150 mil pessoas ao longo de três dias de programação. Nas redes sociais, o perfil oficial ultrapassou 4,5 milhões de visualizações, ampliando a visibilidade do Amapá para além das fronteiras.
Com apoio do senador Randolfe Rodrigues, idealizador da proposta, do deputado Jory Oeiras e do Governo do Estado, a edição foi organizada pela Abrasel e superou as expectativas. A consumação direta no evento ultrapassou R$ 2,2 milhões, envolvendo 30 expositores da economia criativa, 127 empreendedores populares e 30 bares e restaurantes.
Impacto econômico e geração de renda
O festival movimentou aproximadamente R$ 5,6 milhões na economia local, considerando a cadeia produtiva envolvida. O valor inclui gastos com gastronomia, economia criativa, contratação de fornecedores, artistas e mão de obra.
Cerca de 1,2 mil pessoas trabalharam diretamente na realização do evento, reforçando seu papel como impulsionador da economia e da geração de renda no estado.

Diversidade cultural e experiências
A programação reuniu grandes nomes da música nacional, como Marcelo Falcão, Joelma, Di Ferrero, Dilsinho e Vanessa da Mata, além de valorizar artistas locais como Hanna Paulino, Jeane Souza, Nara Lima e a banda Vasa Nova.
Além dos shows, o público teve acesso a uma feira gastronômica ampliada, que registrou alta demanda, além de espaços voltados para crianças, pista de skate e área pet, garantindo entretenimento para diferentes públicos.
Ações sociais e inclusão
O festival também se destacou pelas ações sociais, como a Sala Lilás, espaço de acolhimento que ofereceu apoio jurídico e psicossocial a mulheres, reforçando o compromisso com segurança e cidadania.
“O Festival Equinócio deixou de ser um evento e se tornou um movimento. Ver o povo do Amapá abraçar essa ideia com tanta força, e ver o mundo inteiro acompanhando, nos mostra que estamos no caminho certo. Este festival é a grande porta que leva o Amapá para o mundo, mostrando nossa ciência, nossa cultura e nossa força econômica. O sucesso de público, a movimentação nos hotéis e a alegria nas áreas kids, na feira gastronômica e na economia criativa são a prova de que investir na nossa terra é o melhor caminho. Estamos muito felizes e já trabalhando para que 2027 seja ainda maior”, celebrou o senador.
Consolidação do evento
Para o senador Randolfe Rodrigues, o evento ultrapassa o conceito de festival e se firma como um movimento cultural e econômico.
“O Festival Equinócio deixou de ser um evento e se tornou um movimento. É a porta que apresenta o Amapá ao mundo, valorizando nossa cultura, nossa ciência e nossa economia”, destacou.
Com o sucesso da edição de 2026, o Festival Equinócio se consolida como um dos principais eventos do Norte do Brasil, unindo turismo, cultura, sustentabilidade e desenvolvimento econômico sob o fenômeno único do equinócio.





