O presidente da Agência de Desenvolvimento Econômico do Amapá, Wandenberg Pitaluga Filho, destacou os efeitos iniciais da cadeia do petróleo no estado, especialmente com a nova logística voltada à pesquisa de exploração na Margem Equatorial.
A rota aérea foi viabilizada por meio de articulação entre o Governo do Amapá, o senador Davi Alcolumbre, a Petrobras e a Azul Linhas Aéreas. O trajeto passou a ser utilizado para o transporte de profissionais envolvidos na prospecção de petróleo na costa amapaense.
Antes, o deslocamento ocorria a partir de Belém, o que limitava os impactos diretos da operação no estado. Com a nova dinâmica, o aumento no fluxo de voos semanais entre Macapá e Oiapoque já reflete no aquecimento de setores como hotelaria, alimentação e prestação de serviços.
“O Governo realizou uma articulação com a Petrobras visando movimentar a rede hoteleira e os restaurantes, além de demonstrar nossa capacidade operacional. Os impactos relacionados a esta indústria já estão sendo sentidos no Amapá”, afirmou o presidente da Agência.
Pitaluga também destacou o potencial econômico da exploração na região da Foz do Amazonas, apontada como uma das áreas promissoras da chamada Margem Equatorial.
“Fala-se em um volume capaz de gerar uma transformação econômica profunda, comparável a grandes polos de desenvolvimento, em termos de pujança”, declarou.





