A investigação começou após uma comunicação do Conselho Regional de Serviço Social do Amapá (CRESS/AP), que identificou inconsistências em documentos apresentados por uma suposta ex-aluna do curso de Serviço Social, incluindo divergências em notas, registros de estágio e informações sobre ensino a distância (EaD).
Segundo as apurações, a instituição investigada tinha autorização apenas para oferecer ensino presencial, mas mantinha polos educacionais em municípios do Amapá, como São Joaquim do Pacuí, Amapá, Cutias, Tartarugalzinho e Laranjal do Jari, além de Afuá, no Pará.
Os investigadores identificaram indícios de irregularidades nos documentos, como assinaturas suspeitas, rasuras e divergências nas datas. Também são apuradas possíveis irregularidades no registro de diplomas e relatos de estudantes que teriam recebido certificados após pagamentos adicionais.
Entre os possíveis envolvidos estão dirigentes da instituição e representantes dos polos educacionais. Os valores supostamente movimentados ainda não foram identificados.
Os investigados poderão responder por falsificação de documento público, falsidade ideol





