À frente desse avanço, o governador Clécio Luís destacou que os resultados são fruto de uma política integrada, construída em parceria com o Governo Federal, que vem posicionando o estado como referência no fortalecimento do empreendedorismo.

“É um momento muito rico do ponto de vista do empreendedorismo. Esses números chamaram a atenção do Ministério, que trouxe o Fórum para cá. As reuniões vão gerar resultados concretos para os empreendedores e para a economia do Amapá. Queremos fortalecer as empresas, atrair novos negócios e criar um ambiente cada vez mais favorável, o que também gera mais empregos”, afirmou.
Nos últimos três anos, o estado avançou significativamente: o número de startups saltou de 41 para 220 em operação, enquanto mais de 1.300 produtos passaram a integrar o Selo Amapá. O crescimento reflete diretamente na economia, com a redução da taxa de desemprego de 23% para cerca de 6% da população economicamente ativa.

O secretário nacional de Ambiente de Negócios, Maurício Juvenal, destacou que a efetividade das políticas públicas está diretamente ligada à capacidade de alcançar quem está nos territórios.
“Política pública é, na essência, resolver problemas — e isso exige sensibilidade para compreender a realidade. Os resultados já aparecem: o Amapá gerou 25 mil novos empregos com carteira assinada nos últimos dois anos, um crescimento de 30%”, ressaltou.
Interiorização e novas oportunidades
Paralelamente à programação, ocorre a Feira da Biodiversidade Amapaense, com a exposição e comercialização de produtos certificados com o Selo Amapá. A iniciativa fortalece cadeias produtivas locais, incentiva novos negócios e amplia oportunidades para jovens empreendedores, como os participantes do programa Minha Primeira Empresa.
Pela primeira vez realizado na região Norte, o Fórum Nacional amplia o debate sobre temas estratégicos da Amazônia Legal, como bioeconomia, desafios logísticos e empreendedorismo sustentável. Nesse contexto, o Amapá se consolida como um território de oportunidades, conectando desenvolvimento econômico à valorização dos saberes e das riquezas da floresta.





