O encontro aconteceu na Clínica-Escola Multidisciplinar Neuroaprender e teve como objetivo ouvir as principais demandas das famílias e dos profissionais para contribuir com a construção do Plano de Atuação Parlamentar da candidata, caso seja eleita.

Durante a roda de conversa, foram compartilhados relatos sobre os desafios enfrentados diariamente por quem necessita de cuidados especializados e por aqueles que estão à frente dessa rotina. Entre as principais dificuldades apontadas estão o acesso ao diagnóstico precoce, a continuidade dos tratamentos e terapias e a ausência de uma rede de apoio efetiva para as famílias.
“Escutar as dores, os desafios e as necessidades reais da sociedade é o primeiro passo para transformar ideias em ações que realmente fazem a diferença”, afirmou Cleuma.

Segundo a candidata, as demandas das pessoas neurodivergentes e de suas famílias precisam ser transformadas em políticas públicas que funcionem na prática, garantindo atendimento e acolhimento adequados.
“Essa é uma das minhas bandeiras: ouvir quem vive essa realidade para construir soluções que realmente transformem vidas. Precisamos garantir apoio, acolhimento, tratamento, inclusão e dignidade em todas as fases da vida”, destacou.

Cleuma também chamou atenção para a necessidade de políticas voltadas a quem exerce o papel de cuidador. Para ela, muitas mães atípicas enfrentam sobrecarga emocional, física e financeira e precisam contar com o suporte do poder público, incluindo acompanhamento psicológico, capacitação e oportunidades de inserção no mercado de trabalho.
“Cuidar de quem precisa e também de quem cuida é construir uma sociedade mais justa para todos”, finalizou.
A candidata informou que pretende ampliar a agenda de encontros com mães atípicas e profissionais da área para outros municípios do Amapá durante o período de campanha.





