Os novos poços, denominados Manga, Crotalus e PAD Morpho, fazem parte da etapa de avaliação exploratória da região. A perfuração busca identificar a quantidade de hidrocarbonetos existente nos reservatórios e verificar se o volume encontrado apresenta viabilidade econômica para produção.
A licença de operação tem validade de seis anos, contados a partir da primeira emissão, em 20 de outubro de 2025, e poderá ser renovada. O grau de impacto ambiental do empreendimento foi estabelecido em 0,5%, com compensação ambiental calculada em R$ 16,5 milhões.
A autorização foi assinada nesta quinta-feira (3) pelo presidente-substituto do Ibama, Jair Schmitt. A partir do recebimento do documento, a Petrobras terá 30 dias para apresentar um cronograma atualizado das atividades de perfuração.
As datas de início e término da perfuração de cada poço também deverão ser comunicadas ao Ibama em até cinco dias após a realização de cada etapa.
As novas perfurações poderão ser realizadas a partir das unidades marítimas ODN-II (NS-42) ou Amaralina Star (NS-43). No caso da Amaralina Star, a utilização dependerá da comprovação das adequações necessárias para as operações de recolhimento de cascalhos, além da realização de vistoria prévia pelo Ibama.
A atividade integra o processo de exploração de petróleo na Margem Equatorial, região que inclui a Bacia da Foz do Amazonas e tem sido objeto de acompanhamento e licenciamento ambiental pelo Ibama. O órgão mantém procedimentos específicos para atividades de perfuração de petróleo e gás em águas marinhas.
Fonte: Metrópoles





