23 de julho de 2024

Macapá às vésperas de completar 266 anos: Ponte Sérgio Arruda moderna como a nova capital

A celebração, no próximo dia 04 de fevereiro, demonstra que a cidade vem se transformando em uma metrópole desenvolvida e atrativa.
Como ficará a Nova Ponte Sérgio Arruda, novo acesso de desenvolvimento de Macapá, mais uma obra da gestão do Dr. Furlan. Foto/Arte: Divulgação PMM
Como ficará a Nova Ponte Sérgio Arruda, novo acesso de desenvolvimento de Macapá, mais uma obra da gestão do Dr. Furlan. Foto/Arte: Divulgação PMM

A definição de joia, para os macapaenses da gema, aos que adotaram Macapá como cidade de coração e, ainda, aos turistas que a visitam, foi atualizada com sucesso. Há muito que a capital do Amapá que, no dia 04 de fevereiro completa 266 anos, não era reconhecida com a costumeira expressão “Joia da Amazônia”, alusiva às suas belezas materiais e imateriais.

E, para celebrar a nova Macapá que está ficando sim, bem diferente, o EDnews – Portal de Notícias presenteia o seu leitor com os exemplos, a seguir, de obras da Prefeitura Municipal de Macapá, sob a gestão do prefeito Antônio Furlan (@dr.furlan), as quais, contemplam diversos setores urbanos que já vêm modificando, ou virão a modificar, em breve, a vida da população da capital tucuju.

Sérgio Arruda – nova ponte, novo progresso

É visível que Macapá vem ganhando contornos de metrópole e que a populosa Zona Norte, a exemplo das outras áreas urbanas da cidade, cresce, social e economicamente, a um compasso acelerado, exigindo, sobremaneira, que o poder público acompanhe a sua evolução. E uma ponte é um elo literal para que o progresso seja efetivado, a partir de políticas públicas, para os cidadãos.

Demorou 20 anos para que a história da Ponte Sérgio Arruda, entre a detecção de problemas estruturais e intervenções judiciais e do poder público, além de um sem-número de causos, ou os famosos memes das redes sociais – como a época em que ganhou o inglório título de “maior lombada do mundo” – , apesar de, neste período, continuar sendo crucial para o ir e vir entre as demais regiões e a parte norte da capital, se transformasse de desconfiança a um renovado e moderno acesso estruturante de Macapá.

Em uma área que já está sendo construída a uma totalidade de 9.680 metros quadrados, a nova Ponte Sérgio Arruda, que é considerada a maior obra de mobilidade urbana de Macapá, recebeu um investimento de pouco mais de R$ 9 milhões, entre emendas parlamentares do deputado federal Vinicius Gurgel (@viniciusgurgel_) e contrapartida do Tesouro Municipal. A ponte não terá mais o seu pavimento em elevação como antigamente, e sim, em nível, como uma forma de visualização paisagística mais moderna. Todo o seu entorno será urbanizado pela PMM. A obra ainda será composta por quatro vias, com três para ir à Zona Norte e uma no sentido ao Centro, além da implantação de uma ciclofaixa e postes com iluminação com tecnologia em led.

Da gênese do projeto ao adeus à velha ponte

A idealização do projeto ocorreu a partir de um convênio entre a Prefeitura Municipal de Macapá – financiado por esta – e o curso de Engenharia Civil da Universidade Federal do Amapá (UNIFAP), ocorrido no começo de 2022. Técnicos de engenharia do programa federal Calha Norte também são partícipes da concepção da obra que modificará a capital. Após diversos estudos para que houvesse a aprovação para o começo dos trabalhos, como avaliações topográficas, hidrológicas e geotécnicas, a assinatura da ordem de serviço, pela PMM, se fez em setembro de 2023.

Adeus ponte velha. Antiga Ponte Sérgio Arruda deixa a antiga Macapá para trás.
Adeus ponte velha. Antiga Ponte Sérgio Arruda deixa a antiga Macapá para trás.

A demolição da antiga ponte ocorreu em dezembro último, pondo fim a uma nostalgia inquietante, de uma Macapá que, de certa forma, estava cimentada em sua estrutura envelhecida e que, a partir de maio de 2024, que é a previsão de entrega da nova Ponte Sérgio Arruda, será ainda mais reconhecida, através do poder público municipal, como a “Joia da Amazônia”. Reconhecimento que une, dignamente, ainda mais, os cidadãos, ressignificando, por conseguinte, o desenvolvimento da capital do Amapá.

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