Ao todo, foram cumpridos cinco mandados de prisão preventiva e 20 mandados de busca e apreensão, expedidos pela Justiça durante a ofensiva policial.
De acordo com as investigações, o grupo teria utilizado dinheiro proveniente de roubos, principalmente de joias de ouro na região metropolitana de Macapá, para investir em estabelecimentos comerciais e ocultar a origem dos recursos.
As apurações também revelaram que familiares dos investigados eram utilizados como proprietários formais de empresas e de bens móveis e imóveis, numa tentativa de esconder o patrimônio adquirido com recursos de origem criminosa.
A operação mobilizou equipes da Delegacia Especializada em Crimes Contra o Patrimônio (DECCP), Delegacia de Crimes Contra o Patrimônio de Santana (DCCP), Draco, Núcleo de Operações e Inteligência (NOI), Divisão de Recuperação de Ativos (DRA), Decor, Cecor, Core, Polícia Penal (Iapen) e do Bope, com apoio do Canil da Polícia Militar.
A Ficco/AP é composta pela Polícia Federal, Polícia Militar do Amapá, Polícia Civil do Amapá, Instituto de Administração Penitenciária do Amapá (Iapen) e Secretaria de Estado da Justiça e Segurança Pública (Sejusp), atuando de forma integrada no combate às organizações criminosas no estado.





