Ao comentar a escolha de manter a entrevista mesmo diante de uma reunião com o presidente da República, Randolfe afirmou: “Eu optei pelo povo do Amapá”.
Segundo o senador, a representação do estado em Brasília exige capacidade de articulação e disposição para defender as demandas locais diante de interesses divergentes.
“Não é clube de amigos. Brasília é lugar de trabalho. É, sobretudo, de falar para defender o Amapá”, declarou.
Balanço do mandato
Durante a entrevista, Randolfe apresentou um balanço de sua atuação e citou obras e investimentos que, segundo ele, foram viabilizados por meio de articulações em Brasília e parcerias com governos estaduais e municipais.
Entre as ações mencionadas estão a transposição de servidores do Amapá para os quadros da União, a reforma do Mercado Central de Macapá, investimentos no Hospital Universitário e a construção e modernização de estruturas da Universidade Federal do Amapá (Unifap).
O senador também citou o Porto do Povo de Santana e sua participação na viabilização de investimentos no Aeroporto Internacional de Macapá.
Na área da educação, destacou a criação da Universidade Federal da Fronteira Norte (Unifron), iniciativa voltada à ampliação do ensino superior federal na região de fronteira.
Investimentos no esporte
Randolfe também fez referência a obras esportivas realizadas no estado. Entre elas estão a recuperação do Estádio Augusto Antunes, em Santana, a reforma do estádio de Oiapoque, a construção do estádio de Ferreira Gomes e a previsão de um novo estádio municipal em Porto Grande.
Em Macapá, destacou a recuperação do Estádio Olímpico Zerão, que, segundo ele, está na fase final.
O senador ainda citou a construção e recuperação de aproximadamente 30 arenas esportivas em municípios e bairros do Amapá, em parceria com diferentes administrações.
Petróleo como oportunidade econômica
Randolfe afirmou que pretende permanecer no Senado por considerar que o próximo mandato poderá ser decisivo para o desenvolvimento econômico do estado, especialmente diante das perspectivas relacionadas à exploração de petróleo na costa do Amapá.
“Eu quero estar em Brasília. Se Deus e o povo permitirem, quero continuar lá porque eu sei que o próximo período é o mais importante para a história do Amapá, sobretudo com o advento do petróleo”, afirmou.
O senador defendeu ainda que o debate eleitoral considere a capacidade dos candidatos de representar o estado no Congresso e atuar na busca por recursos e investimentos.




