Os ovos de Páscoa industrializados lideram a preferência, com 52%. No entanto, o segmento artesanal ganha espaço: ovos caseiros (34%), chocolates artesanais (8%) e a produção própria (6%) somam 48% das intenções, indicando oportunidades para pequenos produtores e confeiteiros.
Os supermercados devem concentrar a maior parte das compras, com 43%, seguidos por encomendas (33%) e lojas especializadas (27%). Pequenos comércios de bairro também aparecem, com 7% da preferência.
O ticket médio estimado é de R$ 144. Mais da metade dos consumidores (55%) pretende gastar até R$ 100, enquanto 36% devem desembolsar entre R$ 101 e R$ 200. Apenas 9% planejam gastar acima desse valor. Mesmo com gasto moderado, a expectativa é de que a data movimente cerca de R$ 32 milhões na economia local.
A qualidade e o sabor são os principais fatores de decisão de compra, citados por 70% dos entrevistados, à frente do preço (48%), o que reforça a valorização de produtos diferenciados, especialmente os artesanais.
Além dos chocolates, a Páscoa também impulsiona o consumo para reuniões familiares. Segundo a pesquisa, 57% dos entrevistados pretendem realizar almoço especial durante a Semana Santa, com gasto médio de R$ 190, aquecendo principalmente o setor de pescados e carnes brancas.
Entre as formas de pagamento, predominam as opções à vista: dinheiro e Pix aparecem empatados com 30% cada, seguidos pelo cartão de crédito (23%) e débito (17%).
De acordo com o Instituto Fecomércio AP, a movimentação econômica da Páscoa em Macapá deve alcançar cerca de R$ 32 milhões em 2026, representando um crescimento de R$ 2 milhões em relação ao ano anterior.





