Alcolumbre reforça papel dos Tribunais de Contas e confirma promulgação da PEC da Essencialidade para 5 de maio

O presidente do Senado e do Congresso Nacional, Davi Alcolumbre (União-AP), anunciou que a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 39/2022, conhecida como “PEC da Essencialidade”, será promulgada no próximo dia 5 de maio, às 15h. A confirmação foi feita durante reunião realizada nesta quarta-feira (15), com representantes dos tribunais de contas de todo o país.
Foto: Ascom/Senador Davi
Foto: Ascom/Senador Davi

O encontro contou com a presença do ex-presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSB-MG), além do presidente da Associação dos Membros dos Tribunais de Contas do Brasil (Atricon), conselheiro Edilson Silva, presidentes de tribunais de contas estaduais e integrantes do Tribunal de Contas da União, incluindo o vice-presidente da Corte, Jorge Oliveira.

Durante a reunião, Alcolumbre destacou a relevância estratégica dos tribunais de contas para o controle dos gastos públicos e para a melhoria da gestão administrativa. Segundo ele, a sociedade exige mais do que o cumprimento formal das leis, cobrando eficiência, transparência e qualidade nos serviços públicos.

“O povo brasileiro não quer apenas o cumprimento da lei. Quer serviços públicos de qualidade, eficiência na gestão do orçamento e transparência nos assuntos de governo”, afirmou.

O senador também ressaltou a importância da integração entre o Congresso Nacional e os órgãos de controle. Para ele, enquanto o Parlamento possui legitimidade democrática, os tribunais de contas oferecem o suporte técnico necessário para garantir o bom funcionamento do Estado. Nesse contexto, a PEC da Essencialidade é vista como um avanço ao assegurar maior autonomia e independência a essas instituições.

Alcolumbre ainda anunciou que a indicação do deputado Odair Cunha para o cargo de ministro do TCU foi incluída como item extra na pauta da sessão do Senado desta quarta-feira.

Ao final, o presidente do Senado reforçou o compromisso do Congresso com o fortalecimento institucional.

“O Congresso Nacional tem o compromisso de promover a promulgação da PEC, garantindo segurança jurídica para que os tribunais de contas continuem desempenhando sua missão com autonomia. Não se faz controle externo sem tribunais de contas autônomos e independentes”, concluiu.

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