A reativação do setor integra os compromissos assumidos pela atual gestão estadual para fortalecer a economia e recuperar investimentos estratégicos no estado. Segundo o governo, o empreendimento estava totalmente paralisado desde 2022 e passou por um longo processo de articulação institucional, jurídica, ambiental e econômica para viabilizar o retorno das atividades.
“São mais de três anos de trabalho. Em 2022, antes de assumirmos o mandato, a mina parou sua operação. Então, nos anos de 2023 a 2025, nós trabalhamos muito para encontrar no mercado empresas sérias que quisessem vir pro Amapá fazer investimento para gerar emprego, renda, dignidade e desenvolvimento econômico”, destacou o governador Clécio Luís.

Durante a solenidade, foram entregues a licença de operação, a certificação da empresa e a outorga de uso da água, documentos que autorizam o funcionamento integral da mineradora.
“Hoje foi um dia decisivo e histórico. Agora, a operação funciona a plenos pulmões. Mil empregos gerados de imediato e podendo chegar até 2 mil”, afirmou o governador.
A Amapá Minerals iniciou suas atividades no estado em setembro do ano passado, substituindo a antiga operação da Tucano Gold. Desde então, a empresa vem promovendo a reestruturação da mina e da planta industrial. Atualmente, cerca de mil empregos diretos e indiretos já foram gerados, sendo aproximadamente 70% ocupados por trabalhadores amapaenses.
O presidente da Agência Amapá, Wandenberg Pitaluga Filho, destacou a união entre o Governo do Estado e a bancada federal para garantir segurança institucional ao investimento.
“Esse resultado demonstra a força de um trabalho articulado entre Governo do Estado, senador Davi Alcolumbre e bancada federal, garantindo desenvolvimento e dignidade para a população”, afirmou.
A expectativa é que a retomada da mineração represente um dos maiores ciclos recentes de investimentos econômicos no Amapá. A empresa prevê aplicar cerca de R$ 1,5 bilhão nos próximos três anos, dos quais R$ 370 milhões já foram investidos na fase inicial de reativação da estrutura operacional.
Além da geração de empregos, o empreendimento deve proporcionar retorno estimado em R$ 600 milhões aos cofres públicos, entre impostos, royalties e fundos compensatórios, fortalecendo a economia dos municípios de Pedra Branca do Amapari e Serra do Navio, além de impulsionar setores como comércio, serviços e logística.





