As investigações começaram após a apreensão de um aparelho celular em uma cela do Instituto de Administração Penitenciária do Amapá (Iapen). A partir da análise do material, os investigadores identificaram indícios de um grupo que, em tese, utilizava documentos e informações falsas para viabilizar a concessão indevida de benefícios previstos na Lei de Execução Penal.
Durante a operação, foram cumpridos 13 mandados de busca e apreensão, sendo nove em Macapá, três em Brasília (DF) e um no Pará. Também foram executados dois mandados de prisão preventiva.
De acordo com a investigação, os envolvidos poderão responder, conforme a participação de cada um, pelos crimes de organização criminosa, lavagem de dinheiro, violação de sigilo funcional, fraude processual, corrupção, falsidade ideológica, prevaricação e outros delitos que venham a ser identificados ao longo das investigações.
A Operação Fallere contou com a atuação integrada do Ministério Público do Amapá, da FICCO/AP, do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope), da Companhia de Operações Especiais (COE) da Polícia Militar do Amapá, da Corregedoria da Polícia Civil do Amapá, da FICCO do Pará, da Polícia Civil do Pará e do Gabinete Militar do MP/AP.





