A pesquisa mostra que a banda larga fixa se consolidou como o principal tipo de conexão nos domicílios amapaenses. Em 2025, ela estava presente em 91,1% das residências com internet, enquanto a banda larga móvel alcançou 83,6%.
Outro dado que chama atenção é a redução do acesso à televisão aberta por antena convencional, que passou de 95% dos domicílios em 2024 para 89% em 2025. Já o serviço de TV por assinatura segue em queda e está presente em apenas 5,2% das residências com televisão.
Por outro lado, os serviços de streaming continuam ganhando espaço. Atualmente, 42,1% dos domicílios possuem assinatura de plataformas de vídeo, e quase quatro em cada dez dessas residências já não utilizam televisão aberta nem TV por assinatura.
Entre a população com 10 anos ou mais, aproximadamente 632 mil pessoas utilizaram a internet nos três meses anteriores à pesquisa, o que representa 93,2% desse grupo. O celular permanece como o principal meio de acesso, enquanto o uso do computador segue em queda. Em contrapartida, o acesso à internet por meio da televisão inteligente continua crescendo e já alcança 63,2% dos usuários.
O levantamento também aponta aumento expressivo no uso da internet entre crianças de 10 a 13 anos, cuja taxa de acesso passou de 53% em 2019 para 84,3% em 2025.
Entre as finalidades que mais cresceram nos últimos anos estão o acesso a serviços bancários, o uso de serviços públicos digitais e a utilização de redes sociais.
A pesquisa mostra ainda que 595 mil pessoas no Amapá possuem telefone celular para uso pessoal, o equivalente a 87,2% da população com 10 anos ou mais. Apesar do avanço, cerca de 87 mil pessoas ainda não possuem aparelho celular no estado.
Realizada anualmente desde 2016, a PNAD Contínua TIC acompanha indicadores relacionados ao acesso à internet, televisão e telefonia móvel, servindo como referência para o monitoramento da inclusão digital no Brasil.





