Durante a programação, foram apresentadas propostas e ações relacionadas à melhoria da qualidade de vida, proteção e garantia de direitos das mulheres.
Candidato à reeleição ao Senado, Randolfe Rodrigues destacou que a defesa das mulheres precisa ser acompanhada de medidas concretas. Segundo ele, sua atuação tem priorizado quatro áreas: proteção, saúde, geração de renda e garantia de direitos.
Investimentos na saúde
Entre as ações apresentadas está a destinação de recursos para a reforma e ampliação do Hospital da Mulher Mãe Luzia, incluindo melhorias na UTI Neonatal, no Banco de Leite e em outros setores da unidade.
Randolfe também citou a articulação para a chegada do Hospital de Amor ao Amapá, iniciativa voltada à prevenção e ao diagnóstico precoce do câncer de mama e do colo do útero.
Na área materno-infantil, foram destacados os investimentos federais na construção de novas maternidades. A unidade de Santana conta com R$ 103 milhões, enquanto a Maternidade da Zona Oeste de Macapá recebe R$ 153 milhões em recursos federais.

Empreendedorismo feminino
A autonomia financeira também esteve entre os temas apresentados durante o encontro. Randolfe citou recursos destinados ao programa “Bora, Mana!”, desenvolvido em parceria com o Governo do Amapá, que oferece crédito e capacitação para mulheres que desejam abrir ou ampliar negócios.
No Congresso Nacional, o senador também apresentou o PL 5.104/2026, que propõe um programa nacional de incentivo ao empreendedorismo feminino, com ações voltadas ao crédito, capacitação, formalização e acesso a mercados.
Combate à violência
Na área de enfrentamento à violência contra mulheres e meninas, Randolfe destacou o PL 2/2026, conhecido como Maria da Penha Digital. A proposta estabelece medidas para combater ataques, perseguições e exposição abusiva no ambiente virtual, além de prever mecanismos de proteção e canais de denúncia.
Outro projeto apresentado pelo parlamentar é o PL 5.105/2026, que propõe a criação do Programa de Prevenção da Violência contra a Mulher (PROVIM), com ações de conscientização e prevenção nas escolas.
O senador também citou o PLS 107/2018, de sua autoria, relacionado à esterilização voluntária. A proposta retirou a exigência de autorização do cônjuge, reforçando a autonomia da mulher nas decisões sobre o próprio planejamento familiar.
“Defender as mulheres é trabalhar para que elas tenham proteção, saúde, renda, autonomia e direitos. É esse trabalho que precisa continuar”, afirmou Randolfe, ao defender também o combate ao machismo.





