Segundo a candidata, o Amapá gera cerca de duas vezes e meia o volume de energia consumido pelo estado. Na avaliação dela, essa condição deveria resultar em algum tipo de benefício para a população. Alliny também questionou a cobrança de bandeiras tarifárias em um estado que, segundo ela, possui capacidade de geração e exportação de energia.
“Não é justo que a nossa tarifa energética seja tão alta”, afirmou Alliny.
A candidata defendeu que estados responsáveis pela geração de energia tenham mecanismos de compensação ou tratamento diferenciado, de forma que parte desse retorno possa chegar diretamente aos consumidores.
Alliny afirmou ainda que pretende transformar a questão energética em uma das pautas de sua atuação no Congresso Nacional. A proposta é ampliar a discussão sobre a relação entre produção, distribuição e custo final da energia, buscando alternativas para reduzir o impacto da conta de luz sobre as famílias e o setor produtivo.
Para a candidata, o potencial energético do Amapá precisa se traduzir em benefícios concretos para a população. Ela também sustenta que o estado deve receber maior retorno pela contribuição ao sistema energético nacional.
A criação de uma tarifa diferenciada está entre as propostas que Alliny pretende defender no Senado. Segundo ela, a discussão deve priorizar o consumidor amapaense, que enfrenta mensalmente os custos da energia elétrica.





