Na sequência do Amapá aparecem Alagoas, Bahia e Pernambuco, todos com taxa de 9,2%, além do Piauí, com 8,9%. Os menores índices foram registrados em Santa Catarina (2,7%), Mato Grosso (3,1%) e Espírito Santo (3,2%).
Entre os amapaenses, a desocupação atingiu mais as mulheres (11,4%) do que os homens (8,9%). Em relação à escolaridade, a maior taxa foi observada entre pessoas com ensino médio incompleto, alcançando 22,7%. Já aqueles com ensino superior completo registraram a menor taxa de desocupação, de 5,6%.
A pesquisa também revelou que a taxa de informalidade no estado foi de 42,7% da população ocupada, enquanto 27,8% dos trabalhadores atuavam por conta própria. Além disso, 68% dos empregados do setor privado possuíam carteira assinada.
Outro dado destacado pelo levantamento mostra que cerca de 10 mil pessoas buscavam emprego há dois anos ou mais no Amapá, número 25% superior ao registrado no mesmo período de 2025, quando esse contingente era de 8 mil pessoas.
Apesar do cenário no mercado de trabalho, o rendimento médio real habitual dos trabalhadores ocupados foi estimado em R$ 3.412 por mês, mantendo estabilidade tanto na comparação com o trimestre anterior quanto em relação ao primeiro trimestre do ano passado.
A PNAD Contínua é a principal pesquisa utilizada para monitorar o mercado de trabalho brasileiro. A coleta é realizada trimestralmente pelo IBGE em aproximadamente 211 mil domicílios distribuídos por todo o país.





