Davi Alcolumbre participa da assinatura do pacto entre os Três Poderes de enfrentamento ao feminicídio

O presidente do Congresso Nacional e do Senado Federal, Davi Alcolumbre (União-AP), participou nesta quarta-feira (4), no Palácio do Planalto, da assinatura do Pacto Nacional Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio. A iniciativa reúne os Três Poderes da República em uma resposta institucional articulada contra a violência letal de gênero.
Foto: Ascom/Senador Davi
Foto: Ascom/Senador Davi

A cerimônia contou com a presença do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, do presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, e do presidente do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, além de ministros, parlamentares e representantes da sociedade civil.

Durante o ato, Alcolumbre afirmou que o enfrentamento ao feminicídio deve ser tratado como prioridade permanente do Estado brasileiro. Segundo ele, o pacto representa mais do que um gesto formal e simboliza um compromisso entre as instituições na defesa da vida das mulheres.

Foto: Ascom/Senador Davi
Foto: Ascom/Senador Davi

O presidente do Congresso também ressaltou que a violência extrema contra a mulher não ocorre de forma isolada e destacou o papel do Poder Legislativo na prevenção. Para ele, o feminicídio deve ser tratado como um problema de Estado, com ações voltadas à prevenção, proteção, cuidado e promoção da dignidade das mulheres.

A solenidade contou ainda com a participação da senadora Daniella Ribeiro (PP-PB), idealizadora do programa Antes que Aconteça, voltado à prevenção da violência contra a mulher e ao fortalecimento de redes de apoio, acolhimento e proteção às vítimas. Sob sua articulação, foram viabilizados R$ 130 milhões em recursos federais destinados a ações de enfrentamento à violência contra a mulher em todo o país.

Para Alcolumbre, a assinatura do pacto reforça um compromisso que já vem sendo construído no Parlamento, com a adoção de medidas legislativas e apoio a políticas públicas de proteção às mulheres.

“Compromisso sem ação não transforma realidades. Por isso, enquanto houver violência contra mulheres, haverá resposta firme das instituições. E o Congresso Nacional estará na linha de frente dessa resposta”, concluiu.

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