25 de julho de 2024

Macapá ganhará infraestrutura moderna em diversos setores essenciais em 2024

Governo do Estado espera gerar mais de 4 mil empregos além de modernizar a infraestrutura da capital.
Diversas obras em Macapá terão início em 2024; mais de R$ 1 bi em investimentos. Foto: Israel Cardoso | GEA
Diversas obras em Macapá terão início em 2024; mais de R$ 1 bi em investimentos. Foto: Israel Cardoso | GEA

Em suas redes sociais, nesta quinta-feira, 07, o governador Clécio Luís (@clecioluis_) reforçou que mais de 140 obras em Macapá terão início ainda em 2024 com investimento superior a R$ 1 bilhão. Diversos setores que fomentam o desenvolvimento da capital serão contemplados, dentre eles estão obras inéditas que há décadas são aguardadas pela população.

No setor dos transportes e mobilidade urbana, o gestor falou do Terminal Hidroviário de Macapá e o Viaduto da Hildemar Maia com a Rodovia Josmar Pinto. O primeiro, de extrema relevância para a capital, já que não possui um porto para embarcação de passageiros e cargas; A Escola Bosque, no Bailique, também será renovada após ser parcialmente destruída pelo fenômeno das ‘terras caídas’; a revitalização da Orla do Aturiá que há anos corre risco socioambiental. Assim como o tão aguardado Centro de Convenções da cidade, que fortalecerá o turismo e a geração de negócios no estado e que será edificado na Rodovia do Centenário.

Modelo do futuro Centro de Convenções da Rodovia Centenário. Arte: GEA
Modelo do futuro Centro de Convenções da Rodovia Centenário. Arte: GEA

A expectativa sobre a geração de empregos, diretos e indiretos, nestas obras, de acordo com Clécio, é de aproximados 5 mil. Além de contrapartida do Estado, os empreendimentos serão construídos a partir de emenda parlamentar do senador Davi Alcolumbre (@davialcolumbre). Governo do Amapá, em janeiro, anunciou que investiu R$ 1 bilhão em 2023 (o EDnews – Portal de Notícias noticiou) em áreas essenciais como mobilidade urbana (pavimentação de rodovias e vias de Macapá), saúde (construção ou ampliação de prédios da saúde pública), habitação (conjuntos habitacionais), segurança pública (reestruturação das forças de segurança) e bioeconomia (manejo florestal responsável na comunidade do Maracá).

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