Durante o encontro, foram discutidas estratégias de logística, armazenamento e distribuição voltadas às futuras atividades de pesquisa e exploração de petróleo na Margem Equatorial. A iniciativa integra os esforços do Governo do Amapá para consolidar o estado como ponto estratégico para o setor, tanto no cenário nacional quanto internacional.

“O Amapá segue firme, preparando-se diariamente para a indústria petrolífera em nossa costa. Além dos royalties, queremos desenvolver a cadeia produtiva do petróleo aqui, gerando emprego e desenvolvimento. Essa é mais uma das muitas empresas interessadas em se estabelecer no estado. Estamos nos preparando para uma atividade que vai mudar os rumos do Amapá”, destacou Clécio Luís.
Entre os serviços oferecidos pela Nitshore estão movimentação de cargas, alfandegamento para importação e exportação, armazenagem, tancagem de fluidos, abastecimento de água e combustíveis, gerenciamento de resíduos e reparos navais. A empresa afirmou que a estabilidade política, ambiental e jurídica do Amapá é um dos principais atrativos para a expansão das operações.
“Aqui, sentimos muita segurança para desenvolver nosso trabalho. Toda a operação logística é conduzida com protocolos rigorosos. Trabalho no setor há 20 anos e posso garantir: não há segmento mais focado em proteção ambiental e segurança do que o de óleo e gás”, afirmou Gilson Gonçalves, diretor da Nitshore.
A visita da Nitshore ao Amapá resultou de uma missão técnica realizada por representantes do estado às instalações da empresa em Niterói e São Gonçalo, no Rio de Janeiro. Para Josiel Alcolumbre, presidente do Conselho Deliberativo do Sebrae Amapá e integrante da comitiva, a iniciativa evidencia o avanço do estado na preparação para atuar no setor de óleo e gás.
“Esta visita representa mais uma etapa do processo. Saímos ainda mais convencidos de que a defesa da exploração de petróleo é uma decisão de Estado. Trazer essa indústria para cá significa transformar a vida de milhares de pessoas”, ressaltou Alcolumbre.