Planejamento pronto e comitê ativado: Governo do Amapá reforça força-tarefa contra alagamentos

Em resposta ao período de chuvas intensas que atinge o estado, o Governo do Amapá oficializou, na terça-feira, 10, a ativação de uma força-tarefa emergencial para reduzir os impactos provocados por alagamentos. A estratégia contempla tanto a capital, Macapá, quanto os municípios do interior, com prioridade na preservação de vidas e no atendimento às comunidades em situação de vulnerabilidade.
Foto: Aog Rocha/GEA
Foto: Aog Rocha/GEA

A ação integra a Defesa Civil Estadual, o Corpo de Bombeiros Militar do Amapá, a Polícia Militar do Amapá e a Secretaria de Assistência Social, com apoio logístico das secretarias de Infraestrutura e de Transportes para desobstrução de vias e reparos emergenciais.

“Estamos com o planejamento pronto e um comitê para acompanhamento de emergências instalado. Nossos pontos vulneráveis estão sendo monitorados com equipes de prontidão para qualquer eventual ocorrência. Estamos à disposição para atender, com uma infraestrutura adequada, as prefeituras de todos os municípios”, afirmou o governador Clécio Luís.

O plano também envolve monitoramento sanitário pela Superintendência de Vigilância em Saúde e ações do setor de Bem-Estar Animal, assegurando atendimento a pets e animais de grande porte. A comunicação oficial das ocorrências e orientações à população é coordenada pela Secretaria de Comunicação.

Nas últimas 24 horas, foram registradas 15 ocorrências relacionadas ao volume de chuvas. Os atendimentos se concentraram inicialmente em Macapá, nos bairros Cidade Nova, Congós, Novo Buritizal, Centro, Goiabal e Muca, mas a instabilidade climática já apresenta reflexos em municípios do interior.

A operação segue em regime de sobreaviso permanente. Enquanto a Defesa Civil utiliza dados meteorológicos para identificar áreas críticas e agir preventivamente, a Secretaria de Assistência Social coordena a logística de distribuição de insumos às famílias afetadas. A estratégia busca não apenas responder às ocorrências imediatas, mas consolidar um plano de contingência capaz de reduzir danos estruturais e proteger a população em todo o estado.

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