O suporte será realizado por meio do Instituto Municipal de Políticas Públicas de Promoção da Igualdade Racial, que, além da programação do dia 8 — com café da manhã comunitário —, também garantirá estrutura para os festejos dos dias 14 e 15 de maio. Entre os serviços previstos estão palco, sistema de som, iluminação e tendas.
Ao destacar a iniciativa, o prefeito ressaltou a relevância cultural e histórica das manifestações de matriz africana no estado.

“Não podemos deixar de lado a importância da cultura afro no Amapá. Ela é ancestral e está diretamente ligada às nossas raízes. A prefeitura apoia este movimento e todos os outros, diretamente relacionados às Matrizes Africanas que mantém viva a memória e a identidade do nosso povo ao longo de décadas”, afirmou.
O Dia do Culto Afro é reconhecido pela Lei Estadual nº 0933/2005, que reforça a valorização das comunidades tradicionais de terreiro. A data também remete ao marco simbólico do primeiro toque de tambor no Amapá, atribuído à líder religiosa Mãe Dulce Morreira (in memoriam).
Segundo os organizadores, a programação dos dias 14 e 15 deve reunir cerca de 75 comunidades tradicionais, além do público em geral, em momentos de fé, resistência e valorização da cultura afro-amapaense.





