Samba, enredos grandiosos e emoção marcam a abertura do Carnaval 2026 em Macapá; veja como foi

A primeira noite de desfiles do Carnaval 2026 transformou a Avenida Ivaldo Veras, nesta sexta-feira, 13, em um grande espetáculo de cores, ritmos e narrativas que celebram a cultura popular amapaense.
Foto: Maksuel Martins/GEA
Foto: Maksuel Martins/GEA

O Sambódromo de Macapá recebeu milhares de foliões para acompanhar as apresentações das escolas Embaixada de Samba, Emissários da Cegonha, Unidos do Buritizal, Maracatu da Favela e Boêmios do Laguinho.

Embaixada de Samba

Foto: Maksuel Martins/GEA
Foto: Maksuel Martins/GEA

Responsável por abrir a festa, a Embaixada de Samba Cidade de Macapá levou à avenida um enredo que simboliza novos ciclos e desafios do estado, destacando a exploração de petróleo na Margem Equatorial. Mesmo enfrentando ajustes técnicos na comissão de frente, a escola manteve o brilho e a animação, conquistando o público com fantasias criativas e a performance marcante do casal de mestre-sala e porta-bandeira.

Emissários da Cegonha

Foto: Arthur Alves
Foto: Arthur Alves

A Emissários da Cegonha deu sequência ao desfile com um espetáculo inspirado nas crendices e superstições populares. Com alegorias e alas que exploraram o universo místico, a escola conduziu o público por uma viagem simbólica entre sorte e azar, unindo tradição e imaginação em uma narrativa visual envolvente.

Unidos do Buritizal

Foto: Jorge Júnior
Foto: Jorge Júnior

Em sua estreia no Grupo Especial, a Unidos do Buritizal abriu os desfiles da elite do carnaval amapaense com um enredo que celebrou a integração cultural entre o Amapá e a Guiana Francesa. A apresentação chamou atenção pelo impacto cênico da comissão de frente, que utilizou uma piscina como elemento coreográfico, arrancando aplausos da arquibancada.

Maracatu da Favela

Foto: Arthur Alves/GEA
Foto: Arthur Alves/GEA

Já na madrugada, a Maracatu da Favela apostou em criatividade ao transformar o universo dos jogos em metáfora para a realidade das comunidades. Com cenário luxuoso e referências aos cassinos, a escola destacou a força da favela como protagonista de sua própria história.

Boêmios do Laguinho

Foto: Jorge Júnior/GEA
Foto: Jorge Júnior/GEA

Fechando a noite, a Boêmios do Laguinho apresentou uma releitura simbólica da narrativa bíblica de Sodoma e Gomorra, propondo uma reflexão contemporânea sobre excessos, escolhas e redenção. A escola encerrou a primeira noite com um desfile de forte carga artística e emocional.

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