O Sambódromo de Macapá recebeu milhares de foliões para acompanhar as apresentações das escolas Embaixada de Samba, Emissários da Cegonha, Unidos do Buritizal, Maracatu da Favela e Boêmios do Laguinho.
Embaixada de Samba

Responsável por abrir a festa, a Embaixada de Samba Cidade de Macapá levou à avenida um enredo que simboliza novos ciclos e desafios do estado, destacando a exploração de petróleo na Margem Equatorial. Mesmo enfrentando ajustes técnicos na comissão de frente, a escola manteve o brilho e a animação, conquistando o público com fantasias criativas e a performance marcante do casal de mestre-sala e porta-bandeira.
Emissários da Cegonha

A Emissários da Cegonha deu sequência ao desfile com um espetáculo inspirado nas crendices e superstições populares. Com alegorias e alas que exploraram o universo místico, a escola conduziu o público por uma viagem simbólica entre sorte e azar, unindo tradição e imaginação em uma narrativa visual envolvente.
Unidos do Buritizal

Em sua estreia no Grupo Especial, a Unidos do Buritizal abriu os desfiles da elite do carnaval amapaense com um enredo que celebrou a integração cultural entre o Amapá e a Guiana Francesa. A apresentação chamou atenção pelo impacto cênico da comissão de frente, que utilizou uma piscina como elemento coreográfico, arrancando aplausos da arquibancada.
Maracatu da Favela

Já na madrugada, a Maracatu da Favela apostou em criatividade ao transformar o universo dos jogos em metáfora para a realidade das comunidades. Com cenário luxuoso e referências aos cassinos, a escola destacou a força da favela como protagonista de sua própria história.
Boêmios do Laguinho

Fechando a noite, a Boêmios do Laguinho apresentou uma releitura simbólica da narrativa bíblica de Sodoma e Gomorra, propondo uma reflexão contemporânea sobre excessos, escolhas e redenção. A escola encerrou a primeira noite com um desfile de forte carga artística e emocional.





