Ex-governador do estado por quatro mandatos, Góes teria até o próximo sábado (4) para se desincompatibilizar do cargo, conforme a legislação eleitoral.
Em nota divulgada nas redes sociais, o ministro afirmou que recebeu convite do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para continuar à frente da pasta e “aceitou a missão com honra e senso de responsabilidade”.
“Seguiremos dando continuidade ao trabalho iniciado em janeiro de 2023, o que me leva, neste momento, a adiar o projeto de disputar um novo cargo eletivo. Permaneço no ministério com o compromisso de dedicação integral ao projeto liderado pelo presidente, trabalhando pelo desenvolvimento do país e pela redução das desigualdades regionais”, declarou.
Waldez Góes também destacou o compromisso com o Amapá e com o Brasil. “Sigo firme nessa missão, com o mesmo compromisso de sempre com o povo do Amapá, que faz parte da minha história, e com todos os brasileiros”, concluiu.






