Desde que assumiu o comando do município, em 4 de março, após o afastamento e renúncia de Antônio Furlan, DaLua encontrou uma estrutura fragilizada, com riscos em áreas como saúde, educação e transporte. Ainda assim, o primeiro mês foi marcado por decisões rápidas e articulação institucional.
Reorganização e governabilidade
Nos primeiros dias, a gestão promoveu mudanças em cargos estratégicos e iniciou auditorias internas, com foco no sistema previdenciário e na folha de pagamento. As medidas buscaram dar transparência e reorganizar as contas públicas.
Também houve aproximação com o Governo do Estado, liderado por Clécio Luís, garantindo apoio técnico e evitando a paralisação de serviços, especialmente na saúde.
Saúde e serviços essenciais
A área da saúde recebeu atenção prioritária. Com ações emergenciais, a gestão conseguiu manter o funcionamento das Unidades Básicas de Saúde, mesmo diante de dificuldades como falta de insumos, enquanto soluções estruturais começam a ser implementadas.
Transporte público
A crise no transporte também exigiu intervenção imediata. A prefeitura atuou na mediação entre empresas e trabalhadores, buscando restabelecer a circulação de ônibus e reduzir os impactos à população.
Educação e valorização do servidor
Um dos principais avanços foi registrado na educação. O prefeito participou das negociações com professores e anunciou reajuste salarial de 15% para a categoria, além de 12% para outros servidores.
A medida resultou no fim da greve e foi aprovada pela Câmara Municipal, consolidando um dos primeiros resultados expressivos da gestão.
Integração e planejamento
Ao final do primeiro mês, a gestão reuniu o secretariado para alinhar metas e reforçar a integração entre as pastas, com foco na eficiência administrativa e melhoria dos serviços públicos.
Início de uma nova fase
Mesmo em curto período, os primeiros 30 dias indicam uma gestão voltada à estabilidade, diálogo e reconstrução. Diante de um cenário adverso, a prefeitura conseguiu conter avanços da crise e apresentar respostas concretas em áreas estratégicas.
O desafio agora é manter o ritmo e transformar ações emergenciais em políticas públicas duradouras, acompanhadas de perto pela população.





