Com o novo limite de até 11,85 metros para navios mercantes e 11,65 metros para embarcações que transportam cargas perigosas, a CDSA poderá receber navios mais carregados. Isso significa maior movimentação de mercadorias por viagem, redução de custos logísticos e mais competitividade para o Porto de Santana.
A medida também favorece exportadores e operadores logísticos, já que a ampliação da capacidade de transporte tende a reduzir o custo do frete por tonelada transportada. Além disso, o aumento da movimentação portuária pode gerar crescimento na arrecadação da companhia por meio de tarifas, serviços operacionais e contratos logísticos.

De acordo com o chefe da Divisão de Gestão e Planejamento Portuário da CDSA, Josué Alves, a companhia vem se preparando para aproveitar as novas oportunidades geradas pela mudança.
“Com o aumento do calado, a CDSA amplia sua capacidade de atender operações mais complexas e movimentar maiores volumes de carga com mais segurança e eficiência. Essa melhoria reduz riscos operacionais e contribui para o incremento da arrecadação. A Companhia segue investindo na modernização da infraestrutura portuária, com destaque para o projeto de balizamento do Canal de Santana, que permitirá atracações noturnas e ampliará ainda mais a capacidade operacional do porto”, afirmou.
Localizado em uma área estratégica do Arco Norte, o Porto de Santana é um importante corredor para o escoamento de grãos, minérios e outras commodities destinadas ao mercado internacional. Com as novas condições de navegabilidade, a expectativa é atrair novos negócios, ampliar a movimentação de cargas e fortalecer o papel da CDSA no desenvolvimento econômico do Amapá e da Região Norte.
A melhoria também aumenta a segurança das operações e reforça a posição do porto como uma das principais portas de saída da produção brasileira para o exterior.





