Além do Amapá, também encaminharam pedidos os estados do Acre, Amazonas, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rio de Janeiro e Roraima. As solicitações ainda serão analisadas pelo Plenário do TSE e, posteriormente, encaminhadas à Presidência da República para autorização.
De acordo com o Tribunal Superior Eleitoral, o apoio das Forças Armadas é destinado principalmente a regiões que apresentam dificuldades de acesso ou demandam suporte especial para garantir o transporte de urnas eletrônicas, equipamentos e servidores da Justiça Eleitoral.
Durante o encontro, Murilo Nolêto destacou que a atuação militar busca assegurar o funcionamento adequado do processo eleitoral e garantir que todos os eleitores possam exercer o direito ao voto de forma segura.
“A atuação dos militares empregados nessas operações tem como objetivo contribuir para a preservação da normalidade dos trabalhos eleitorais e do livre exercício do voto, sempre em conformidade com a legislação vigente e em harmonia com as orientações da Justiça Eleitoral”, afirmou.
A parceria entre a Justiça Eleitoral e as Forças Armadas ocorre há mais de três décadas. Desde 1994, os militares participam de operações de apoio logístico em áreas remotas do país, especialmente na região amazônica, onde as grandes distâncias e as condições geográficas exigem planejamento especializado.
Nas eleições deste ano, além do suporte operacional, as Forças Armadas também devem colaborar com o programa “Seu Voto Importa”, iniciativa que oferece transporte a eleitores com deficiência ou mobilidade reduzida, ampliando o acesso aos locais de votação e fortalecendo a inclusão no processo democrático.
Segundo o TSE, a experiência das Forças Armadas em operações logísticas é fundamental para garantir que o processo eleitoral ocorra de forma eficiente em localidades de difícil acesso, contribuindo para a segurança e a regularidade das eleições em todo o país.





