Avião Bandeirante chega ao Parque Residência e passa a integrar patrimônio histórico do Amapá

O Governo do Amapá recebeu, nesta quinta-feira, 21, uma importante peça da história da aviação amapaense: o avião Bandeirante, que agora passa a integrar o acervo histórico e cultural do Parque Residência, em Macapá.
Foto: Maksuel Martins/GEA
Foto: Maksuel Martins/GEA

A chegada da aeronave representa um marco na preservação da memória da aviação e do desenvolvimento regional, oferecendo à população um novo espaço de contemplação, conhecimento e valorização da história do estado.

O transporte do avião chamou a atenção de moradores nas primeiras horas da manhã. A aeronave saiu do hangar do aeroporto e percorreu as ruas Hildemar Maia, Coriolano Jucá, Independência e Avenida FAB até chegar ao Parque Residência. O trajeto transformou as vias da capital em um cenário de resgate histórico e despertou a curiosidade de quem acompanhava a movimentação.

Foto: Maksuel Martins/GEA
Foto: Maksuel Martins/GEA

A história

A instalação do Bandeirante reforça o compromisso do Governo do Estado com a preservação do patrimônio histórico e com a ampliação dos atrativos culturais e turísticos do Amapá. O Parque Residência, espaço voltado ao lazer e convivência, passa a contar com mais um elemento simbólico da história amapaense.

Produzido pela Embraer, o avião Bandeirante chegou ao Amapá em 1981, incorporado ao serviço aéreo do então Território Federal do Amapá. A aeronave foi adquirida por meio de uma articulação institucional junto ao Ministério do Interior, com participação do então ministro Mário Andreazza e do governador Aníbal Barcelos.

Foto: Maksuel Martins/GEA
Foto: Maksuel Martins/GEA

O modelo, identificado no estado pelo prefixo FDL (Fox Delta Lima), possui 14 metros de envergadura e 22 metros de fuselagem. Por ser uma versão executiva, comportava dois pilotos e sete passageiros. Durante anos, foi utilizado em missões administrativas e de apoio à saúde no interior do estado, realizando seu último voo em 1997.

A Avenida FAB, por onde a aeronave passou durante o traslado, também possui forte ligação com a história da aviação em Macapá. A via surgiu a partir do primeiro campo de pouso da capital, utilizado antes da construção do atual aeroporto, tornando-se um dos principais eixos de desenvolvimento urbano da cidade entre as décadas de 1970 e 1980.

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