Clécio Luís destaca retomada da mineração como novo ciclo de desenvolvimento em Serra do Navio e Pedra Branca

O governador do Amapá, Clécio Luís, celebrou a retomada da atividade mineral em Serra do Navio durante visita ao município no fim de semana. O avanço ocorre com o início da fase operacional da empresa Amapá Minerals, resultado de articulação do Governo do Estado com o senador Davi Alcolumbre.
Foto: Fecomércio Amapá
Foto: Fecomércio Amapá

A reativação da mineração marca um novo ciclo de desenvolvimento para a região, com impacto direto na geração de empregos e no aquecimento da economia local. Segundo o governador, já são 794 pessoas contratadas, em sua maioria moradores de Serra do Navio e de Pedra Branca do Amapari, com expectativa de ampliação nos próximos meses.

Foto: Max Renê/GEA
Foto: Max Renê/GEA

“Estamos muito honrados porque conseguimos uma empresa séria, que respeita a legislação ambiental, para atuar aqui na região. Hoje são 794 pessoas contratadas, maioria de Serra do Navio e de Pedra Branca do Amapari, com máquinas, hotéis e restaurantes alugados e contratados para ajudar nessa atividade. Se Deus quiser, em maio começam os primeiros testes para, em junho, iniciar a operação, passando de mil empregados. Isso significa riqueza, desenvolvimento para o povo da região, e principalmente, dignidade para as pessoas”, afirmou Clécio Luís.

A empresa assumiu a recuperação judicial da antiga Mina Tucano e vem conduzindo o processo de reestruturação da atividade mineral. As tratativas, coordenadas pela Agência de Desenvolvimento Econômico do Amapá, se estenderam por cerca de dois anos, com foco na atração de investimentos e na retomada sustentável do setor.

A iniciativa integra a política do governo estadual voltada à reativação de empreendimentos estratégicos, com prioridade para geração de emprego, valorização das vocações regionais e fortalecimento da economia.

Demanda histórica

A mineração foi responsável pela origem e desenvolvimento de Serra do Navio desde a década de 1950, com a exploração de manganês pela empresa pioneira Indústria e Comércio de Minérios S.A. (ICOMI). O município, planejado para dar suporte à atividade, tornou-se referência de urbanização na Amazônia e é reconhecido como patrimônio cultural pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).

Com o encerramento das atividades no fim dos anos 1990, a região sofreu impactos econômicos significativos. Desde então, a retomada da mineração era aguardada como uma oportunidade de reativar a economia local, agora com foco em práticas mais modernas e sustentáveis.

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